domingo

1º Teste - Bolor

Olá a todos os seguidores*

Ao longo das nossas experiências e testes sobre a comunicação química entre as plantas obtivemos alguns resultados, no mínimo, curiosos. Um exemplo desta situação é o aparecimento de bolor em apenas algumas das nossas caixas de petri, mais especificamente nas caixas onde usávamos extracto de eucalipto.

Como esta situação não se verificava nas caixas de petri onde aplicávamos extracto de loureiro decidimos que era interessante testarmos se, por acaso, o eucalipto tinha a capacidade de inibir o crescimento de bolor.

Para isso, começamos por criar culturas de bolor onde posteriormente aplicámos extracto de eucalipto.


O que verificámos passado uma semana foi que, de facto, o bolor onde aplicávamos extracto de eucalipto não crescia.

Facto bastante interessante, não?

Pois é caros seguidores, a nossa busca continua e só pararemos quando obtivermos as nossas respostas!

Voltamos em breve*

1º Teste - Sementes de Couve

Olá Companheiros :D

Hoje vamos (finalmente) postar uma das nossas experiências.
Como já devem saber, nós utilizamos extracto de plantas específicas e aplicamos em sementes controlando a sua germinação. O extracto que vamos usar hoje será de loureiro.

Tomando como exemplo sementes de couve galega:


Colocamos 20 sementes de couve em 4 caixas de petri.

Duas das caixas servirão como controlo e serão regadas com água destilada; as outras duas caixas serão regadas com extracto de loureiro.


Esperamos uma semana e estes são os resultados que obtemos:

Como podem observar, estas caixas são as caixas controlo que mostram-nos qual seria o crescimento normal de sementes de couve.

E estas são as caixas onde aplicámos os extracto onde, tal como se pode observar, não houve germinação das sementes.

Tal como esperado, as sementes onde foi aplicado extracto não cresceram o que significa que o loureiro deve possuir algum constituinte que iniba a germinação das sementes.

Continuaremos com os testes e as pesquisas até descobrir-mos qual é este constituinte e como podemos isolá-lo e aplicá-lo!

Continuem conosco * :)

quinta-feira

Obtenção de Extracto

Olá a todos,

o nosso objectivo ao optar pelo tema " Alelopatia" é o de estudar e perceber o como, o porquê e as consequências da acção das substâncias alelopáticas para que, como conclusão final, consigamos inibir de forma controlada o crescimento e/ou desenvolvimento de determinadas plantas ou outros seres como, por exemplo, fungos.

Para tal é necessário obtermos extracto de determinadas plantas que possuam capacidades inibitórias como loureiro, figueira ou eucalipto, para depois aplicarmos estes mesmos extractos a sementes e plantas em crescimento e deste modo iremos verificar os efeitos e/ou alterações que estas implicam.

Por isso hoje vamos demonstrar como obtemos uma das nossas mais importantes ferramentas de estudo: extracto de eucalipto.


  • Desfazemos manualmente a nossa matéria prima, folhas de eucalipto, e trituramos-las juntamente com água destilada.

  • Usamos papel de filtro e funis para filtrar a nossa solução para frascos.

  • Posteriormente congelamos a solução filtrada para podermos utilizá-la sempre que necessário.



No próximo post iremos mostrar-vos alguns resultados e as conclusões a que chegámos com alguns ensaios.



quarta-feira

O Nosso Projecto!



Boa tarde,

Nós somos três alunos do 12ºano da Escola Secundária Júlio Dinis de Ovar que, no âmbito da disciplina de Área de Projecto, decidiram criar este blogue com o objectivo de dar a conhecer á comunidade virtual o desenrolar do nosso projecto deste ano cujo tema é: Alelopatia.

Para vos dar a conhecer um pouco mais sobre este conceito aqui fica uma pequena introdução:

«O termo "alelopatia" foi criado em 1937, pelo pesquisador alemão
Hans Molish, com a reunião das palavras gregas "állelon" e
"pathos", que significam respectivamente, "mútuo" e "prejuízo". Segundo Molish, alelopatia é "a capacidade de as plantas ,
superiores ou inferiores, produzirem substâncias químicas que, libertadas no
ambiente de outras, influenciam de forma favorável ou desfavorável o seu
desenvolvimento".

O conceito engloba actualmente o reino animal, com o reconhecimento de que a alelopatia se processa entre eles e entre plantas e animais.

As interferências alelopáticas raramente são provocadas por uma única substância. A forma de actuação dos compostos alelopáticos também não é especifica. As funções prejudicadas com maior frequência são a assimilação de nutrientes, o crescimento, a fotossíntese, a respiração, a síntese de proteínas, a permeabilidade da membrana celular e a actividade enzimática

Presente em todos os seres vivos, as substâncias alélopáticas são encontradas em maior quantidade e diversidade nas plantas. Distribuem-se por todos os seus órgãos de maneira não uniforme, mas geralmente a concentração é maior na epiderme das folhas e nas raízes.»

Fonte de pesquisa: http://www.jardimdasflores.com.br/


E por hoje é tudo, voltamos em breve com imagens dos primeiros ensaios que realizamos com o porpósito de observar a actuação do efeito inibitório de plantas alelopáticas.